Reavivamento das atividades da Igreja no Pos-Guerra

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Os Horrores e a devastação da Segunda Guerra Mundial finalmente terminaram em 1945, mas até lá o trabalho missionário e a construção de edifícios da Igreja foram sem dúvida as atividades mais prejudicadas durante as restrições impostas pela guerra.

Com o final das hostilidades, porém, esses e outros programas não foram apenas retomados, mas expandidos a fim de atender às necessidades dos Santos dos Últimos Dias.

As restrições impostas pela guerra no chamado de missionários deixaram de existir, e muitos rapazes que haviam sido forçados a adiar sua missão aceitaram a oportunidade de servir. O número de missionários no campo aumentou extraordinariamente. De uma média de 477 missionários no campo em 1945, esse número subiu para 2.244 um ano depois. Como ocorria antes da guerra, a maioria desses missionários era formada de jovens élderes. Isso significava que havia muitos novos missionários servindo no campo que não tinham experiência em ensinar o evangelho e seriam beneficiados por alguma ajuda e orientação.

O mais difundido programa missionário do pós-guerra foi preparado por Richard L. Anderson, na Missão dos Estados do Noroeste. Ele melhorou os métodos que havia desenvolvido enquanto servia como missionário de estaca durante seu serviço militar. De acordo com seu plano, a meta do missionário não era apenas distribuir folhetos, mas ser convidado à casa das pessoas onde poderia apresentar a mensagem do evangelho. As palestras doutrinárias salientavam um cuidadoso estudo das escrituras e foram organizadas em uma seqüência lógica que levava à conversão.

À medida que esses métodos melhorados foram adotados por toda a missão, os resultados logo apareceram. Em 1949, a Missão dos Estados do Noroeste teve mais de mil batismos de conversos em um único ano.

À medida que o trabalho missionário crescia, o fardo administrativo dos presidentes de missão aumentava. Por esse motivo, em 1947, as Autoridades Gerais instruíram os presidentes de missão em todo o mundo a chamar conselheiros entre os missionários e portadores locais do Sacerdócio de Melquisedeque.

O Élder Spencer W. Kimball declarou mais tarde que essa decisão de designar conselheiros havia sido revelada à Presidência da Igreja.

Enquanto a organização da missão era fortalecida e os missionários de proselitismo aperfeiçoavam seus métodos de ensinar o evangelho, a Igreja também começou a utilizar outros métodos de compartilhar sua mensagem em todo o mundo. Com o término do racionamento da gasolina imposto durante a guerra e o conseqüente aumento do número de viagens, a Praça do Templo se tornou uma ferramenta missionária extremamente importante.

Em 1948, o número de pessoas que visitou a Praça do Templo atingiu pela primeira vez o marco de um milhão de pessoas Naquele mesmo ano, a apresentação teatral anual ao ar livre realizada no monte Cumora, "Uma Testemunha de Cristo nas Américas", tornou-se um instrumento missionário que apresentava a história do Livro de Mormon e da restauração do evangelho.

Também durante os anos do pós-guerra a Igreja se tornou cada vez mais envolvida na produção de filmes cinematográficos. Novos filmes Santos dos Últimos Dias foram produzidos no final da década de 1940 a respeito de locais históricos da Igreja, a Praça do Templo e o programa de bem-estar. Da mesma forma, à medida que a televisão se desenvolvia nos anos do pós-guerra, a Igreja rapidamente passou a utilizá-la. A conferência geral de outubro de 1949 foi a primeira a ser transmitida por emissora de televisão.

A escassez de materiais essenciais havia quase interrompido o programa de construção da Igreja durante a guerra. Quando os materiais novamente se tornaram disponíveis, a Igreja iniciou um ambicioso programa de construção de capelas. Em 1949, duzentas capelas haviam sido construídas, passando a novecentas apenas três anos depois.

Na metade da década de 1950, mais da metade de todos os edifícios Santos dos Últimos Dias utilizados havia sido construída depois do término da 2ª Guerra Mundial. As despesas desses projetos de construção foram responsáveis por mais da metade da utilização dos fundos da Igreja durante esse período.

Em 1937, o Presidente Heber J. Grant anunciou os planos de construção de um templo em Idaho Falls, Idaho, e a construção começou dois anos depois. Em 19 de outubro de 1941, foi colocada a pedra do topo e externamente o edifício parecia concluído.

Menos de dois meses depois, porém, o ataque a Pearl Harbor levou os Estados Unidos a entrarem na guerra, e o término da construção do templo foi adiado devido à escassez súbita de materiais de construção. Na metade de 1945, o Templo de Idaho Falls foi finalmente concluído e ficou pronto para a dedicação. Em sua oração dedicatória, o Presidente George Albert Smith expressou sua gratidão pelo fim da guerra e orou para que os povos do mundo se dispusessem a viver o evangelho de Jesus Cristo, tornando a paz duradoura.

A microfilmagem de registros vitais para a genealogia, interrompida pela guerra, foi retomada antes mesmo do final do conflito. Em março de 1945, a Igreja começou a microfilmar 365 registros paroquiais ingleses. Durante o ano de 1947, Archibald F. Bennett, secretário da Sociedade Genealógica, passou quatro meses na Europa conversando com as autoridades governamentais e eclesiásticas, conseguindo permissão para que a sociedade microfilmasse na Inglaterra, Escócia, País de Gales, Dinamarca, Noruega, Suécia, Holanda, Alemanha, Finlândia, Suíça, norte da Itália e França. Com o início da guerra, a maioria dos arquivistas cooperaram de boa vontade com os microfilmadores, para garantir que uma cópia de seus registros fosse preservada, caso os originais viessem a ser destruídos.

A sociedade também presenteou cada biblioteca ou igreja com uma cópia do material microfilmado, permitindo acesso ao público das informações sem que tivessem de manusear os frágeis originais.


No início de 1950, vinte e dois microfilmadores de tempo integral estavam trabalhando nos Estados Unidos e em vários países da Europa. Quando as cópias desses registros vitais tornaram-se disponíveis ao público por meio da biblioteca genealógica da Igreja, os santos puderam realizar a pesquisa necessária para identificar as pessoas por quem poderiam realizar ordenanças no templo.

As tendências sociais do pós-guerra afetaram a família, fazendo com que os líderes da Igreja dedicassem maior atenção ao lar.

O fim da guerra foi acompanhado de um aumento importante no número de casamentos, seguido de uma explosão demo gráfica de bebês no pós-guerra. Havia mais novas famílias e novos pais do que em qualquer outra época da história da Igreja. Infelizmente, porém, o índice de divórcios nos Estados Unidos quase dobrou entre 1940 e 1950. Por esse motivo a Igreja passou a dar considerável atenção ao lar e à família durante os anos do pós-guerra. Em 1946, várias organizações da Igreja iniciaram programas para fortalecer a família e promover uma "hora da família" para ser realizada com regularidade.

A dissolução da família e outras pressões provocadas pela guerra impuseram importantes desafios à juventude da Igreja, fazendo com que as Autoridades Gerais instruíssem os líderes locais a cuidarem do bem-estar dos jovens. Para oferecer atividades recreativas saudáveis para os jovens, as Associações de Melhoramentos Mútuos dos Rapazes e das Moças promoveram shows ambulantes e outras apresentações teatrais, concursos de oratória e festivais de música. Centenas de dançarinos vestindo fantasias coloridas lotaram campos de futebol americano nos festivais regionais de dança. As equipes de softball e basquete das alas passaram a competir em campeonatos de estaca, região e por fim de toda a Igreja; essas atividades promovidas pela Igreja foram consideradas as maiores ligas esportivas do mundo. A variedade de programas da Igreja abençoaram a juventude e conquistaram a atenção e os elogios de muitas pessoas.

Os líderes da Igreja incentivaram os santos a fazer do crescimento espiritual uma prioridade no lar. Enfatizaram a santificação do domingo como dia de adoração. Nas manhãs de domingo, homens e rapazes freqüentavam uma reunião do sacerdócio de uma hora de duração. Depois disso, a família inteira assistia à Escola Dominical; a "abertura" de meia hora incluía discursos de dois minutos e meio proferidos por dois jovens da ala.

A congregação então tinha um ensaio de dez minutos de hinos seguidos de quase uma hora de aula das escrituras e outros assuntos relacionados ao evangelho. As famílias retomavam à capela no final da tarde ou à noite para assistir à reunião sacramental. Nessa reunião, que também durava uma hora e meia, havia apresentações de música inspiradora, muitas vezes pelo coral da ala, e discursos sobre assuntos religiosos proferidos tanto por jovens quanto por membros adultos da Igreja. Em uma ou mais noites de domingo do mês, grupos de jovens e adultos realizavam "serões", que eram reuniões informais em que se debatiam temas diversos, seguido de um pequeno lanche. As atividades da Igreja dos santos aumentaram rapidamente durante os anos do pós-guerra.

Durante os anos do pós-guerra a Igreja também continuou a esforçar-se para melhorar o atendimento de saúde aos membros. Hospitais de Salt Lake City e Ogden foram reformados e ampliados, e a Igreja cooperou com comunidades rurais em Utah, Idaho e Wyoming para abrir e administrar pequenos hospitais. Em 1949 teve início a construção do Hospital Infantil da Primária, em Salt Lake City, que custou 1,25 milhões de dólares, em substituição à pequena instalação em funcionamento na rua North Temple. Esse novo hospital ofereceu atendimento médico a crianças de todas as religiões e raças. O atendimento era gratuito para as famílias que não tinham condições de pagar.


A Preocupação para com os Lamanitas

Na década de 1940 houve um aumento significativo de programas da Igreja para os índios americanos e outros grupos identificados como descendentes dos povos do Livro de Mórmon. O trabalho missionário entre os nativos americanos no século XX teve início em 1936, quando a Primeira Presidência instruiu a estaca Snowflake, no nordeste do estado de Arizona, a iniciar formalmente o trabalho missionário entre os navajos, hopis e zunis.

Em pouco tempo, outras estacas foram envolvidas nesse trabalho. Esses esforços receberam importante impulso em novembro de 1942 quando George Jumbo, um santo dos últimos dias navajo, foi a Salt Lake City para ser operado da coluna. Antes de voltar para casa, sua esposa Mary expressou o desejo de conhecer o Presidente Heber J. Grant. A entrevista foi marcada, e Mary apresentou-se perante ele "pedindo ao Presidente que os missionários fossem enviados para trabalhar entre seu povo".

O Presidente Grant, com lágrimas correndo pelo rosto, voltou-se para o Élder George Albert Smith, do Quórum dos Doze Apóstolos, e disse: “Com todas as suas enormes responsabilidade como Presidente do Conselho dos Doze, queira por favor aceitar mais uma designação e cuidar para que o trabalho missionário seja iniciado entre esse povo e por favor, cuide para que isso seja feito de modo permanente, de modo que cresça e progrida, em vez de diminuir e desaparecer”. No início do ano seguinte, a missão Navajo-Zuni foi organizada. Pouco tempo depois, os missionários foram enviados a outras tribos, alcançando os índios espalhados pelos Estados Unidos e Canadá.

A partir de 1945, outro grupo de lamanitas foi abençoado de modo bastante diferente. Muitos membros de língua espanhola não compreendiam plenamente o significado das cerimônias do templo apresentadas em inglês. Para ajudar esses membros, o Templo de Arizona passou pela primeira vez a apresentar as ordenanças em espanhol. Em uma conferência especial para os lamanitas realizada em Mesa, no início de novembro de 1945, cerca de duzentas pessoas estiveram presentes, algumas das quais tinham viajado desde a Cidade do México.

A maioria desses santos havia feito grandes sacrifícios financeiros para realizar a longa viagem até Mesa; alguns até mesmo abandonaram o emprego.

O Presidente David O. McKay, Segundo Conselheiro na Primeira Presidência, parabenizou a todos os que compareceram à reunião. As sessões históricas em língua espanhola começaram a ser apresentadas dois dias depois. As pessoas que assistiram à conferência dos Lamanitas descobriram que a Igreja era mais do que o pequeno ramo que freqüentavam todas as semanas. Durante os anos seguintes, a conferência lamanita e as sessões em espanhol no Templo de Arizona tornaram-se eventos anuais muito esperados.

Em 1946, o Presidente George Albert Smith chamou o Élder Spencer W. Kimball para oferecer atenção especial e liderança para o povo lamanita. O Élder Kimball disse: “Não sei quando comecei a amar os filhos de Leí. Pode ter sido por causa da bênção patriarcal que me foi dada pelo Patriarca Samuel Claridge, quando eu tinha onze anos de idade. Parte da bênção menciona: 'Tu pregarás o evangelho a muitas pessoas, mas em especial aos lamanitas.' E hoje, quarenta e dois anos depois dessa promessa, o Presidente George Albert Smith chamou-me para essa missão, e minha bênção se cumpriu".

Enquanto visitava a missão mexicana em 1947, o Élder Kimball vislumbrou um futuro glorioso para o povo lamanita, a quem dirigiu a palavra na conferência de Mesa em novembro daquele ano. Ele os viu não como servos de outras pessoas, mas como banqueiros e empresários. Ele os viu como engenheiros civis, líderes políticos, advogados e médicos. Como redatores de jornais e escritores de livros e artigos. Ele previu que teriam grande influência no mundo. O Élder Kimball declarou: "Vi a Igreja crescendo em passos rápidos e vi alas e estacas sendo organizadas. Vi centenas de estacas. Vi um templo e espero vê-lo repleto de homens e mulheres".

Trinta anos depois, o Presidente Kimball presidiu uma conferência de área na Cidade do México, onde contou novamente à congregação sua visão de 1947 e observou que ela estava visivelmente sendo cumprida.

Uma das necessidades mais prementes entre os índios era a educação. Um programa especial para ajudar a suprir essa necessidade teve seu início na região central de Utah durante o final da década de 1940.

Golden R. Buchanan era membro da presidência da estaca Sevier, Richfield, Utah. Durante o outono de 1947 ele observou as condições deploráveis de alguns imigrantes índios que chegavam para trabalhar nas fazendas da região. Falando em uma conferência de estaca, ele aconselhou os santos a cuidarem melhor de seus irmãos lamanitas.

Pouco tempo depois, um membro de uma cidade vizinha procurou o Presidente Buchanan e disse que uma adolescente índia chamada Helen J o não queria voltar para a reserva para junto de sua família, mas estava decidia a ficar para freqüentar a escola. Ela implorou a seus patrões Santos dos Últimos Dias: “me deixarem armar minha tenda no quintal dos fundos de sua casa, prometo que não serei um estorvo. Cuidarei de mim mesma, mas quero morar aqui onde posso freqüentar a escola com suas filhas"'. Isso deixou o Presidente Buchanan bastante impressionado. Ele imaginou que "se um programa desse tipo fosse implementado pela Igreja, literalmente centenas de crianças índias teriam o privilégio de morar em lares SUD, onde não apenas poderiam ser ensinadas nas escolas, mas também poderiam aprender os princípios do evangelho".

Ele esboçou suas idéias em uma carta endereçada ao Élder Spencer W. Kimball. O Élder Kimball convidou pessoalmente a família Buchanan para que hospedasse Helen em sua casa. Vários outros jovens índios também foram hospedados em casas da região.

O programa cresceu a partir desse início. Tornou-se uma atividade oficialmente patrocinada pela Igreja na década de 1950. Por fim, mais de cinco mil estudantes por ano foram hospedados em lares Santos dos Últimos Dias, especialmente no oeste dos Estados Unidos e Canadá.

Muitos dos estudantes índios alcançaram grande sucesso na escola e tornaram-se líderes entre seu povo. Um desses líderes foi George P. Lee, que servia como presidente da Missão Arizona Holbrook quando foi chamado para o Primeiro Quórum dos Setenta em outubro de 1975. O Élder Lee foi o primeiro índio chamado para servir como Autoridade Geral da Igreja. Sua profissão era a de professor, e também foi diretor da Faculdade de Ganado, na reserva navajo.


O Centenário Dos Pioneiros

Na metade do reavivamento das atividades da Igreja, a comemoração do centenário dos pioneiros, em 1947, chamou a atenção dos santos para sua herança. O Presidente George Albert Smith liderou o comitê cívico no planejamento da programação adequada. Poucos líderes da Igreja, se é que houve algum, conseguiram superar o entusiasmo do Presidente Smith pela comemoração das realizações do passado.

Durante a primavera e o verão, diversas apresentações musicais, exposições de arte, eventos esportivos e produções teatrais marcaram a ocasião. A apresentação teatral "Mensagem das Eras", que havia sido tão popular durante o centenário de 1930, foi novamente encenada no Tabernáculo de Salt Lake. Mil e quatrocentas pessoas participaram da produção, e um total de 135.000 pessoas assistiram às vinte e cinco apresentações da peça. Uma nova produção musical, "O Vale Prometido", foi apresentada no estádio da Universidade de Utah por duas semanas, com mais de 85.000 espectadores. Com música original de Crawford Gates, um famoso compositor Santos dos Últimos Dias, essa produção abordava as frustrações e a dedicação dos primeiros pioneiros. Ela foi apresentada em toda a Igreja, por grupos locais da AMM e posteriormente tornou-se uma atração popular da temporada de verão, em Salt Lake City.

Um grupo conduzindo setenta e dois automóveis enfeitados com coberturas de lona e bois de madeira compensada para parecerem carroções reencenou a jornada pioneira original, de Nauvoo a Salt Lake City.

A comemoração do centenário culminou no dia 24 de julho, exatamente cem anos depois do dia em que a primeira companhia pioneira entrou no vale do Lago Salgado. Uma gigantesca parada intitulada “Os dias de 47" incluiu vários carros alegóricos homenageando os primeiros fundadores, e o serviço postal dos Estados Unidos imprimiu um selo comemorativo em lembrança dos pioneiros. O ponto alto da comemoração foi a dedicação pelo Presidente George Albert Smith do monumento "Este É o Lugar" de 18 metros de altura próximo a entrada do desfiladeiro Emigration, a leste de Salt Lake City.

O bom relacionamento que começou a surgir entre os santos e as outras pessoas nessa ocasião foi representado pela fotografia do Presidente Smith que saiu na capa da revista Time. Falando a respeito do significado do centenário dos pioneiros, a Primeira Presidência declarou: "Assim como aquele pequeno grupo de pioneiros olhou para o que parecia ser um deserto estéril, a Igreja hoje se depara com um mundo mergulhado na letargia moral e no declínio da espiritualidade. A Igreja atualmente deveria ter e tem plena consciência de sua responsabilidade de edificar o reino de Deus".

A Presidência comparou os perigos enfrentados pelos pioneiros às tentações que assolavam a Igreja, em especial os jovens, no século XX e deu aos santos o encargo de prepararem-se para enfrentar esses desafios, da mesma forma que seus antepassados haviam feito.

No final do ano de 1950, o século XX chegou à sua metade. Apenas três meses antes, o Presidente George Albert Smith faleceu e um novo líder foi apoiado. Esses dois eventos fizeram com que os santos ponderassem a respeito da situação da Igreja: o que havia sido realizado e o que ainda faltava ser feito.

A primeira metade do século XX foi um período de significativo crescimento para a Igreja. O número de membros ultrapassou um milhão, apenas três anos antes da metade do século. Na conferência geral realizada em abril de 1950, o Presidente George Albert Smith expressou seus sentimentos a respeito desse crescimento: "A Igreja cresceu no ano passado mais do que em qualquer ano desde a sua organização. Devemo-nos alegrar, não porque a organização a que pertencemos cresceu, mas porque mais filhos de nosso Pai, mais filhos e filhas Seus, foram levados ao entendimento da verdade".

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