Controle da Natalidade
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Na opinião da Igreja Mórmon, se um casal puder ter filhos, é seu privilégio traze-los ao mundo. Refletindo sobre o primeiro mandamento dado a Adão e Eva, os Mórmons acreditam que nós devemos nos multiplicar e encher a terra trazendo crianças ao mundo.
Os Mórmons acreditam que todos viviam como espíritos antes de vir a esta terra, e ter filhos é dar um corpo para outros filhos espirituais do nosso Pai Celestial, e assim esses espíritos podem experimentar a mortalidade.
Carregar e cuidar de um filho é uma responsabilidade sagrada. Os líderes da Igreja incentivam os casais a não procrastinar os filhos por motivos egoístas. Ter uma família é uma prioridade e é preciso ter muita fé, e os filhos devem ser vistos como uma benção.
Entretanto, existem circunstâncias excepcionais sobre as perguntas de quantos filhos devem ter, quando tê-los, e ainda que os tenha isso é uma decisão pessoal entre o marido, a esposa e o Senhor. Essas circunstâncias excepcionais incluem os problemas de saúde que podem trazer problemas a mãe, a criança, e até que mesmo que o casal não possa ter filhos. É possível que haja fatores que façam o casal ter filhos mais cedo ou mais tarde, avaliando as necessidades de cada casal.
A saúde da mãe deve sempre ser uma prioridade em toda decisão que for tomada pelos casais. Outra vez, está é uma questão pessoal e uma questão entre o casal e o Senhor.
Os casais também devem lembrar que a finalidade das relações sexuais é não somente para ter filhos, mas para estarem mais próximos um do outro, como um casal.
O controle de natalidade não é proibido pela igreja, nem é condenado como o Aborto, embora a decisão de fazer ou não o controle de natalidade cabe ao casal, que devem considerar a ajuda do Senhor.